domingo, 2 de novembro de 2014

Como uma série de Super Herói tem que ser - ARROW

ARROW



Sabe do que uma série baseada em super heróis precisa? AÇÃO!

Termino a primeira temporada de ARROW com a certeza de que estão acertando em tudo, mesmo quando erram...erram em criar novas origens, em novas tramas, ou até na denominação de "VIGILANTE" ou "CAPUZ", mas no todo, estão acertando sim.


Acertando no alvo daquilo que fãs de histórias em quadrinhos mais curtem: lutas dramáticas, decisões difíceis, adrenalina, dinamismo, reviravoltas, perdas, e superação, é assim que ARROW se mostra ao final da primeira temporada. Cada decisão tomada, tem sua reação exibida no último episódio.
Desde o começo, a serie mostra uma perspectiva diferente do que estávamos "acostumados" a ver. 


A inclusão de novos personagens como Slade Wilson na pele do grande ator Manu Bennet, eternizado como o gladiador Crixus na serie Spartacus, ou da Helena Bertinelli/Caçadora, interpretado por Jessica De Gouw (memso não sendo a Caçadora que eu queria ver, mas deu pro gasto.)

 
A ação toma conta do começo ao final da serie, e chega a seu ápice nos dois últimos episódios da primeira temporada quando Oliver Queen tem que tomar decisões difíceis e encarar as escolhas que fez de frente. Chega ser ofegante para quem assiste aos dois episódios finais da temporada devido a adrenalina exposta tão ferozmente em cada minuto.


As cenas da ilha que tanto me incomodavam no começo, demonstram ser partes importantes da trama, além da simples demonstração  de como Ollie "sobrevive" durante cinco anos, mas mostra também o despertar do arqueiro, e a decisão que deve ser tomada, que nada mais é que abdicar de sua liberdade por algo maior que a vida de outra pessoa

 
  O final não poderia deixar a desejar de forma alguma. Surpreendentemente, a explosão dos Glades causa um impacto nunca antes mostrado em uma serie de super herói, além de impressionar pelo realismo das cenas, onde todo um bairro vem a baixo, enquanto Ollie e Diggle assistem aterrorizados a tudo.


 
 Mas nada, com certeza supera o final, depois da luta contra Malcolm Merlyn/Arqueiro Negro, e de correr para tentar salvar Laurel, Oliver chega aos Glades e encontra seu melhor amigo, Tommy em meio aos destroços onde antes ficava o prédio do CNRI.


A cena chega a surpreender, pois como Laurel diz a Oliver sobre ele revelar seus sentimentos não demorando muito para dizer, mas dizendo na hora certa, a cena de Tommy também ocorre no momento certo, com uma alta dose de tensão, alivio, surpresa, espanto e decepção. Todo inundando de uma só vez a cabeça, não só de Oliver, mas também do telespectador.

Sei que a terceira temporada ja explode enquanto esse texto é escrito, mas ele é feito devido a minha incredibilidade na qualidade dessa serie que se demonstrou ser muito mais que uma adaptação, mas uma outra parte da vida de Oliver Queen que não conhecíamos. A Warner/Dc mostra de novo como se faz serie de tv.

Ah, esqueci de avisar no inicio, ESSE TEXTO CONTÉM SPOLIERS, mas quem ainda não viu a serie? E acabei me empolgando com o final. Então, fazendo como nas redes sociais:
#partiusegundatemporadaarrow

domingo, 24 de agosto de 2014

QUAL É A MÚSICA?



 Calma, não se trata de nenhum Especial do Programa Silvio Santos não, mas uma dúvida e o esquecimento do nome de uma música, que resultou em uma "looonga" pesquisa no Google. Uma música daquelas que você tem na ponta da língua seja o refrão ou um trechinho que seja e que acaba até cantando, mas por ser em inglês, fica difícil acreditar que esta falando certo, e ai, dificulta ainda mais a pesquisa.

Bem, a tal música tocou bastante entre 2007 e 2008, mas tudo que eu e meu filho lembrávamos eram coisas como:
Txic txic bum bum, bang bang

Mas as pesquisas com essas palavras, só resultavam em músicas do 50 Cent ou em italianas no melhor estilo FAROESTE. Mesmo sabendo qual era a música, não conseguia falar, e cantando não ajudava muito.

Bom, felizmente, acabei achando, e resolvi compartilhar com vocês, usando as palavras que usei para pesquisa, para ajudar em futuras pesquisas, afinal, vai que alguém algum dia também corre atrás e não lembra, dai, assim fica mais fácil. As palavras que eu usava era coisas como: 

trilha sonora do filme Xeque Mate
música cantada por uma mulher com som de arma
música cantada por uma mulher com som de arma engatilhando
ou
txic txic
bum bum 
bang bang

E ai, ta curioso em saber qual a música?
Tenho certeza que você até vai dizer: ah, essa ai eu ja sabia... né? ;)

Bom, a música era essa:

Mia - Paper Planes



E pra ficar melhor ainda, vou disponibilizar o download dessa música, que tal?

DOWNLOAD

Em caso de link quebrado, me avisem. E Divirtam-se!!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Breaking Bad: Não tem como não gostar, pena que acabou.





 Assim acaba Breaking Bad.

 Calma, não contém spoiler.

Ai você ta em casa um dia, entediado, e um amigo fala pra você sobre uma serie de um professor de química que começa a fabricar droga porque esta com câncer e precisa deixar dinheiro pra família antes de morrer. Talvez você pense: deve ser uma droga. E É MESMO!

Viciante, empolgante, envolvente, simplesmente sensacional. Breaking Bad consegue lhe prender do começo ao fim, sem  forçar a barra, sem frescuras, de forma magistral.
As aventuras de Walter White e Jesse Pinkman deixam a cada episódio, um gostinho de quero mais, e porque não a paranoia de não saber pra quem você vai torcer. Afinal, em Breaking Bad, os mocinhos e os bandidos trocam de lugar o tempo todo e você acaba não sabendo ao certo quem é quem na maior parte da serie.

Em cinco temporadas, Walter White lhe leva a uma das mais fantásticas aventuras ja contadas na tv, sobre os danos que podem ser causados quando nos envolvemos com drogas, desde a duvida de começar ou não, aos carrões, sucesso, fama [seja ela boa ou ruim], até a perda dos amigos, familiares e a queda, de  todo o "império" construido.

Os esquemas criados para manter as aparências, os contatos feitos e desfeitos, as idas e vindas, as reviravoltas que se faz necessário para "estar um passo a frente da policia".

Todos os truques e arte manhas, e as chamadas, "necessidades" de se tomar certas decisões por "um bem maior".

"- Acredite em mim, foi preciso."
Breaking Bad consegue mostrar como uma pessoa comum, Walt, se vira em um mundo totalmente diferente, em situações extremas.

Como lidar com parceiros, com seus conflitos, e principalmente com sua vida pessoal, e isso tudo de forma clara, sem enrolação, sem transformar WW em um "super-qualquer-coisa", mas sim, sendo simplesmente ele mesmo.
Como tudo na vida, Breaking Bad chega ao fim, e finalmente vemos o resultado de tudo que Walter White fez durante esse tempo. E como não poderia ser diferente, o ultimo episódio é simplesmente fantástico, em todos os aspectos, inclusive no rumo que Mr White toma, e suas atitudes tomadas durante esse episódio. Cada passo dado é devidamente pensado, cada decisão tomada é estudada, calculada, para não haver erros.

Não tem como não gostar de Breaking Bad, simplesmente por que a serie é extremamente realista, com uma boa dose de ficção, trazendo a boa licença poética do cristal azul.




Enfim, a serie termina, e as boas lembranças ficam. E não tem como não dizer que em momento algum, a AMC deixou cair a qualidade na serie, e que seu produtor, Vince Gilligan, conseguiu fazer algo tão bom que não da pra falar do que foi ruim na serie.

O final é incrível, imprevisível, imperdível, impagável, inacreditável, e ao mesmo tempo melancólico.

Nos resta agora, aguardar a chegada de um filho de Walter White, a serie que irá mostrar a ascensão de Saul Goodman [Bob Odenkirk], trazendo de volta também Mike Ehrmantraut[Jonathan Banks] e talvez Jesse Pinkman[Aaron Paul], chamada até o momento de "Better Call Saul", e ai torcemos por participações especiais de Gustavo "Gus" Fring quem sabe, e até mesmo Mr White. 
Tudo é possível, é esperar pra ver.

E como diz a música Baby Blue, tema do final da serie:

Guess that's all I have to say
"Cept the feelin' just grows stronger,
Everyday
Just one thing before I go
Take good care baby,
Let me know
Let it show
The special love you have for me
My dixie dear

R.I.P. Walter White

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

MARVEL Vs. DC, mais uma vez, a MARVEL mostra com quantos "paus" se faz cinema sobre quadrinhos.


Ai vem mais uma MEGA produção da MARVEL, e onde esta o Superman Vs. Batman??

O legal do cinema norte americano é a falta de coragem de alguns de produzir coisas boas, e a cara de pau de outros de meter a cara e fazer, pra ganhar dinheiro e agradar, mesmo que uma parcela pequena, os fãs.
Isso é claramente visto entre Dc e Marvel.

Enquanto a MARVEL produz quase que um filme a cada 6 meses, e de forma rápida, a DC adia seu maior projeto, Superman Vs Batman, além de fazer escolhas que so desagradam aos fãs dos heróis.



 
Bom pra nos que recebemos sempre boas produções da MARVEL, mesmo que vez ou outra apareça uma com uma historia ruim(leia-se WolverineS e trilogia X-men/Demolidor/Hulks/4Fantastico) mas sempre sobra efeitos e na maioria deles, os atores se parecem até demais com os heróis desenhados(leia-se Capitão América/Thor/Homem de Ferro/Vingadroes/Nick Fury)
 
 Para esse ai, é uma pena não ter Vin Diesel encarando o papel como fez em Riddick, mas só em ter sua voz, ja vai ser legal.
 
Então, porque a DC não trabalha em prol de seus fãs e produz filmes de qualidade que agrade, e sem adiar projetos, assim como faz com os filmes animados?
Quem vai saber.


 Enquanto ela mata a pau produzindo longas animados que deixa sua concorrente a léguas de distância, na outra ponta, no cinema "real", ela tenta, tenta, mas não consegue, nem com a trilogia do morcego, nem com o Homem de Aço, ver o rastro de sucesso que a MARVEL deixa.





E mais uma vez, a MARVEL mostra se produz cinema baseado em histórias em quadrinhos.





Vou esperar pra ver e ler mais sobre Guardiões pra me familiarizar com a história e não chegar "boiando" ao cinema.