ARROW
Sabe do que uma série baseada em super heróis precisa? AÇÃO!
Termino a primeira temporada de ARROW com a certeza de que estão acertando em tudo, mesmo quando erram...erram em criar novas origens, em novas tramas, ou até na denominação de "VIGILANTE" ou "CAPUZ", mas no todo, estão acertando sim.
Acertando no alvo daquilo que fãs de histórias em quadrinhos mais curtem: lutas dramáticas, decisões difíceis, adrenalina, dinamismo, reviravoltas, perdas, e superação, é assim que ARROW se mostra ao final da primeira temporada. Cada decisão tomada, tem sua reação exibida no último episódio.
Desde o começo, a serie mostra uma perspectiva diferente do que estávamos "acostumados" a ver.
A inclusão de novos personagens como Slade Wilson na pele do grande ator Manu Bennet, eternizado como o gladiador Crixus na serie Spartacus, ou da Helena Bertinelli/Caçadora, interpretado por Jessica De Gouw (memso não sendo a Caçadora que eu queria ver, mas deu pro gasto.)
A ação toma conta do começo ao final da serie, e chega a seu ápice nos dois últimos episódios da primeira temporada quando Oliver Queen tem que tomar decisões difíceis e encarar as escolhas que fez de frente. Chega ser ofegante para quem assiste aos dois episódios finais da temporada devido a adrenalina exposta tão ferozmente em cada minuto.
As cenas da ilha que tanto me incomodavam no começo, demonstram ser partes importantes da trama, além da simples demonstração de como Ollie "sobrevive" durante cinco anos, mas mostra também o despertar do arqueiro, e a decisão que deve ser tomada, que nada mais é que abdicar de sua liberdade por algo maior que a vida de outra pessoa
O final não poderia deixar a desejar de forma alguma. Surpreendentemente, a explosão dos Glades causa um impacto nunca antes mostrado em uma serie de super herói, além de impressionar pelo realismo das cenas, onde todo um bairro vem a baixo, enquanto Ollie e Diggle assistem aterrorizados a tudo.
Mas nada, com certeza supera o final, depois da luta contra Malcolm Merlyn/Arqueiro Negro, e de correr para tentar salvar Laurel, Oliver chega aos Glades e encontra seu melhor amigo, Tommy em meio aos destroços onde antes ficava o prédio do CNRI.
A cena chega a surpreender, pois como Laurel diz a Oliver sobre ele revelar seus sentimentos não demorando muito para dizer, mas dizendo na hora certa, a cena de Tommy também ocorre no momento certo, com uma alta dose de tensão, alivio, surpresa, espanto e decepção. Todo inundando de uma só vez a cabeça, não só de Oliver, mas também do telespectador.
Sei que a terceira temporada ja explode enquanto esse texto é escrito, mas ele é feito devido a minha incredibilidade na qualidade dessa serie que se demonstrou ser muito mais que uma adaptação, mas uma outra parte da vida de Oliver Queen que não conhecíamos. A Warner/Dc mostra de novo como se faz serie de tv.
Ah, esqueci de avisar no inicio, ESSE TEXTO CONTÉM SPOLIERS, mas quem ainda não viu a serie? E acabei me empolgando com o final. Então, fazendo como nas redes sociais:
#partiusegundatemporadaarrow




